A vida útil dos protetores auditivos de inserção de espuma é variável, dependendo do local e tipo de trabalho e também da utilização e higienização correta pelo usuário.
Deve ser trocado sempre que estiver enrijecido, condição esta que impedirá uma vedação adequada no canal auditivo dos usuários. O critério para descarte e substituição é subjetivo, pois a avaliação sobre o enrijecimento deverá ser feita por cada usuário e sua supervisão. Além disso, existe grande variação entre os ambientes e tipos de trabalho e entre o cuidado que cada indivíduo tem com o EPI podendo sua vida útil variar de semanas até meses de uso.
Em termos gerais, é importante que o Serviço de Segurança das empresas oriente os funcionários quanto ao uso, cuidados e descarte dos protetores e estabeleça de acordo com cada área e tipo de trabalho, um programa de trocas periódicas, que deve considerar também as diferenças no manuseio entre os diferentes indivíduos. É importante, também, a existência de um programa de inspeção dos protetores, para que seja garantido o uso do EPI nas condições adequadas. Na inexistência de programas de trocas periódicas deve ser permitido aos usuários a troca dos protetores quando, junto ao departamento de segurança, julgarem necessário.